O Retorno ao Paralelo Mundo Inerte da Complexidade do Ser: A Missão (volume 2) - UOL Blog
O Retorno ao Paralelo Mundo Inerte da Complexidade do Ser: A Missão (volume 2)
Campinas e Conrad!
Bem, como disse, eu não iria mais dizer palavrões, ou tantos, aqui no meu blog, não por causa de reclamações, mas sim por pura estética, para dar uma aparência mais “séria”, tudo bem, eu sei que isso é difícil por aqui, porém estou levando isso bem até este momento, pois agora terei de descer o verbo, e usar umas palavras mais específicas para descrever Campinas: uma merda de bosta de uma filha da puta de uma cidade mal organizada, sinalizada planejada!
Como havia tido, fui fazer uma feira de livros na Unicamp, sabe, uma das mais importantes universidades dos estado e do país, então, deveria ser bem sinalizada, tanto dentro, como fora, mas é NADA! Ficamos quase duas horas rodando pra achar a porra do lugar, e observação, os próprios campineiros não sabem informa onde ela fica, pois a cada informação pedida ficávamos mais perdidos. As ruas não seguem padrão quaisquer, é horrível, uma joça de primeira. O evento em si foi muito louco, de trinta e sete caixas voltamos apenas com cinco, sendo dessas cinco três de livros, as outras duas eram sacolas e marcadores de página.
E uma observação sobre a Conrad, sempre quis trampar lá, desde o tempo da Animanga, e depois também, mas com tudo o que acontece, nem se lembram de mim, na verdade a Viviane me disse, o novo “chefe” lá é muito idiota, pois tenta “economizar” nos eventos mandando os próprios funcionários da empresa para lá. Isso eu chamo de total incompetência na administração de um setor de uma editora, por que estou falando isso? Simples, a Vivi e o Reginaldo (com quem farei a Feira da USP) cuidam das vendas para as livrarias (ou praças, como dizem na linguagem da profissão), a Vi das pequenas e do Rio, e o Régis das grandes, como FNAC, Saraiva, etc. e tal.Na USP ficaremos três dias lá, precisamos vender uma certa quantidade, não direi quanto, mas achei um absurdo, e somado a isso o fato dos clientes dos meus amigos ficaram SEM atendimento. Como uma pessoa, provavelmente formada em administração e com “experiência” na área, pode achar vantagem economizar, vai, R$ 1000,00 para pagar pessoas terceirizadas, ou contratar alguém especificamente para realizar eventos, a que mandar seus funcionários com já seus afazeres? Por esse e outros motivos fico realmente achando bom não estar dentro da Conrad, pois com certeza passaria mais raiva que na Animanjossa.
"O Aprendiz" de Roberto Justus!
Ontem finalmente assisti ao programa, cuja propaganda em outdoors diz: “Um reality show de verdade”. De início achei uma idéia muito legal, interessante mesmo, tanto pelo fato de oferecer um emprego, mas também uma experiência, tanto pessoal como profissional, aos candidatos. Entretanto após assistir ao episódio inteiro, fiquei com uma raiva enorme, porquê? Lembram do meu texto sobre busca de emprego, caiu como uma luva, irei explicar. Os candidatos devem executar tarefas relacionadas a administração de uma empresa, no caso foi usada a rede de fat-food América (onde um lanche pode ser mais caro que um par de sapatos), os locais escolhidos foi o America do Plaza Sul e do Villa-Lobos. Missão, aumentar as vendas do dia comparado ao mesmo período do ano passado. Uma equipe desenvolveu uma promoção onde o cliente gastando acima de QUARENTA reais teria direito de estourar um balão, onde encontraria um prêmio. A outra fez, na minha opinião, uma campanha muito mais legal, com a proximidade do Natal (só faltam DOIS meses) decoração no estilo da festividade, e comprando um prato do dia (os mais caros do cardápio) você ganharia um presente. Maso que me chamou a atenção foi a forma humana de executar isso, eles andavam pelo shopping com umas plaquinhas formando a palavra AMERICA e assim abordavam as pessoas. Porém a outra equipe ganham, diferença de aumento de lucro foi de 203% contra 132%. Porém o fator que ajudou foi o local, o Shopping Villa-Lobos recebe MUITO mais consumidores, com relação ao Plaza Sul. E na hora de demitir um dos participantes, uma das candidatas foi embora, por motivos de saúde, e isso abalou a avaliação sobre os erros da equipe, Justus conversa com eles antes de tomar a decisão, “ajudado” por dois conselheiros. Na boa, eles comentando sobre o fato de ser imparcial mesmo com uma situação onde a emoção por causa da baixa da colega, isso deixou me passado. A maneira como falavam dos competidores parecia falar de produtos, e não de pessoas. Mas no final, o tal “Justus” decidiu não demitir ninguém na rodada.
AVISO!
Bem, ainda ruim da bronkite, doença maldita, eu irei pra Campinas para fazer uma feira para a Conrad, estarei de volta na quinta-feira, qq coisa deixem recados ou e-mails.