Como disse, tentarei ser coerente agora neste blog, escrevendo tudo desejado por minha pessoa, seja um comentário de algum fato, este da minha vida ou do mundo, alguma história dos meus personagens criados para o blog, como o Borracheiro Escarlate! E com isso tentar continuar minha caminhada em me tornar um escritor. E é exatamente isso eu assunto aqui.
Lendo a Veja desta semana, vejo dois livros interessantes, não pelo seu conteúdo, mas sim por sua "função" na formação de seus autores. pode parecer estranho falar de "formação de autor", porém é simples quando explicar. O primeiro livro é Anjos e Demônios, de Dan Brown, o autor do best-seller do momento, O Código Da Vinci. Apesar de lançado aqui no Brasil agora, este foi o livro de estréia de Dan no mundo literário. e mesmo assim há mais dois tomos escritos por ele, Deception Point e Digital Fortress, todavia o caso é o seguinte, apenas após ter publicado quatro livros foi possível ter reconhecimento pela crítica, assim então tendo o assédio do grande público, e posteriormente, a aceitação mundial. A crítica da revista deixou um ar de "má leitura" sobre a primeira obra do senhor Brown, fazendo a meu entender, comentários grosseiros comparando o livro a desenhos animados, como se acaso o autor não tivesse esse direito, caso tivesse feito por querer, e no final do primeiro parágrafo pode-se ler: "Fica um alerta, contudo, para o leitor que se deixou fascinar com as elucubrações de Langdon em torno do Santo Graal e da obra de Leonardo da Vinci: Brown errou a mão no primeiro thriller.". Errou a mão! Como se isso fosse de certa maneira possível, foi a primeira investida de Dan na literatura, e, com certeza absoluta, quem escreveu a matéria, um tal de Jerônimo Teixeira,nem sequer devia conhecer os outros dois livros do autor, pode até ter lido O Código Da Vinci, todavia este sendo o melhor livro escrito por Dan, não se pode desvalorizar os anteriores. E o assunto é o primeiro livro de um escritor, na mesma revista, apareceu um artigo sobre Amizade Sem Fim, livro escrito por Renato Aragão, exatamente, o Trapalhão, mas seu livro não é um romance cômico. Segundo a reportagem a primeira obra de Didi Mocó foi escrita a pedido do Conselho Federal de Medicina, para integrar uma coleção de romances onde os atos médicos chegam de grande importância, ou tenha entre suas persoganens profissôes relacionadas com a medicina, sejão cirurgiôes, enfermeiras ou legistas. Pois bem, eles livros, e do senhor Aragão incluso, têm a adesão de membros da ABL, e o Trapalhão é saudado por Carlos Heitor Cony. E descem o verbo em cima do livro. Eu sei que escrever não é um ato tão simples, porém não é um bicho de sete cabeças. Com a crítica tão despreparada e cedendo apenas aos próprios interesses, minha situação como "futuro" escritor fica ameaçada, pois fico imaginando se minhas histórias agradará ao público, e a imprensa, cada fez mais ferrenha contra novidades.
AAAAAAAAAAAAAAAAH! It's Halloween!

Tomei essa imagem de uma história fantástica do Batman, O Longo Dia das Bruxas! E como tb detesto a banda Helloween, essa data não poderia passar em banco, intaum aqui está os comentários referentes a esta data:
O pessoal de alguns lugares desejam que comemoremos o Dia do Saci, por causa da festa do Halloween ser "estrangeira". No caso, as festividades hj vêm de religiões pagãs (odeio esse termo). Eu adoraria comemorar o Dia do Saci, num dia próprio, não para "combater" o Halloween, acho muito importante o respeito e a perpetuação do folclore nacional. Outra coisa interessante da data, na Florida um aluno foi proíbido de ir na festa de Halloween em sua escola, motivo, sua fantansia, Adolf Hitler! Tipo, eu sei q ele foi um grande fdp, mas nem por isso eu acho errado proibir algo, tenho certeza que se o pivete fosse de Abraham Lincoln com certeza seria bem recebido, teria mimos e coisas assim. Mas com certeza foi algo muito inusitado!