O Retorno ao Paralelo Mundo Inerte da Complexidade do Ser: A Missão (volume 2) - UOL Blog
Game Rock Music!

 Essa dica vai agradar bastante vc Areke, tipo, a Mary me passou o site de uma banda da hora, chamada Minibosses, tipo assim, eles tocam músicas clássicas de games como Contra, Megaman, Ninja Gainden, Metroid, etc e tal. No site deles não há muita coisa disponível, mas é possível escutar algumas coisas http://minibosses.com, mas se vcs procurarem no Kazaa, emule, e porras do tipo, terá mais coisas, vale a pena!

 

Um Ano!

 Faz um ano q estou LIVRE da porra da Animanga! Ainda estou desempregado, sim, mas o q vale comemorar não é isso, e sim o fato de ter me livrado de um PESO enorme q deixava minha vida de certa maneira uma merda. Podem falar, porra Sid, se fazia facul, tinha sua grana (é, grana com Animanga não faltava), encontrava sempre os amigos (na verdade eles iam até lá), etc etc e tal, mas assim, somente minha pessoa sabe como fez bem isso. Na verdade não só eu, mas o Mário, a Mara, o Moko, o Juca, todos q tramparam lá sabem disso, desse sentimento de liberdade por não estar mais lá. Posso dizer q minha vida deu uma reanimada animal com tudo isso. E comentando coisas de mim mesmo, e não insanidades (apesar de sempre ter, como direi a seguir) hj foi o final do curso de cinema, sim, o curso em si foi uma jossa, mas deu pra conhecer um pessoal legal, principalmente nos dois ultimos dias, os dias da filmagem do curta, q alias me estressou pra caralho, simplesmente pelo fato de minha direção NULA de arte, pq, pq o diretores FAZIAM isso por mim. Essas porras a tarde, encontrou um mano q VIVEU no Kaká, sim, ele não estudou, ele ía pelo fato de gostar de lá e ter amigos lá. Eu sempre digo q o Kaká é um local místico, quem teve a dadiva de estudar lá, principalmente como eu,fazendo desenho de COMUNICAÇÃO (desculpe o pessoal q fez design lá, mas o nosso curso era e será sempre mais foda) sabe como lá é especial. Bem, é isso ai pessoal!

 

Leiam e Vejam!

Extrai isso do uol, pessoal, dá uma olhada na insanidade:

KILL BILL COM PATADA DE CARANGUEJO

Por
Kleber Mendonça Filho
Fortaleza, Segunda, 28 de Junho 2004

Uma interessante (e bizarra) experiência cine-genética foi revelada pelo Cine Ceará para um público incrédulo. Sun Land Heat (No Calor da Terra do Sol), dirigido pelo cearense Halder Gomes, um dublê de filmes hollywoodianos (Mortal Kombat) que vive entre Fortaleza e Los Angeles, esgotou a lotação da sala onde foi exibido pela primeira vez, no domingo.

Falado em inglês e filmado no Ceará com atores americanos (Alex Van Hagen, JJ Perry, Laura Putney) e cearenses (André Lima, o próprio Gomes), essa produção de R$ 150 mil é fluente em pancadaria e tiros, e está de olho no mercado internacional de home video, sem que uma versão em 35mm esteja descartada. “Na verdade, colocamos o filme na lata por R$ 127 mil”, revela.

Possível chamariz comercial para investidores nacionais: Sun Land Heat seria a versão cearense de
Kill Bill. “Eu não tinha pensado nisso”, me disse Gomes, 36 anos, ao final da sessão. O diretor, formado em administração de empresas, achava que a única ligação entre o filme dele e o de Quentin Tarantino era a paixão por artes marciais. Ao ser lembrado que seu filme também tem como heroína uma loira perita em lutas querendo vingar-se do seu homem, um chefão do submundo com quem teve uma pequena filha, Gomes cedeu às semelhanças que, aliás, são fruto do mais puro acaso.

Rodado em Super16mm, e projetado em formato digital, Sun Land Heat é projeto com mais de cinco anos de estrada, marcado pelas dificuldades típicas de uma produção independente e atípica. “Passei por situações difíceis, mas o espírito indomável adquirido através da filosofia das artes marciais se tornou um grande aliado para a difícil jornada que é realizar um filme longa-metragem”, falou.

O diretor e roteirista, formado em administração de empresas, é também artista plástico e faixa-preta em taekwondo, dono de uma academia. Certificou-se de que praticamente todo o potencial turístico do Ceará estivesse no filme, clara tentativa de torná-lo instrumento de divulgação e catalisador de divisas para o estado. Há dunas e buggies, parque aquático, aeroporto internacional, flashes de biquinis e momentos ‘praia’.

Num dos momentos que comprovam o mix de DNA Ceará com Hollywood, dois homens quebram os ossos um do outro numa das lutas coreografadas, enquanto um turista quebra as patas de um pobre caranguejo num almoço, à beira da praia, com efeitos de som "CRAC", "CRAC". Mais à frente, nativos lutam capoeira com figurinos típicos perto de uma outra troca de sopapos coordenada.

Saídas comuns ao cinema de baixo custo também compõem Sun Land Heat. Há exteriores de um hospital em Los Angeles, mas os interiores são cearenses. Platéia pareceu divertir-se com a bizarra releitura de cinema americano de ação e bandidos malvados, embora um problema de ritmo, rumo ao final, desacelere a trama.

Enquanto vai à luta para comercializar o seu ensolarado Kill Bill, Gomes já trabalha num novo filme, um curta rodado em digital – O Artista Contra o Caba do Mal -. "Caba" é caba mesmo.

O super ativo diretor diz querer trabalhar no Ceará com elementos do mundo, e tem seu próprio site – www.sunlandheat.com para vocês interessados.

Filme visto no Espaço Unibanco Dragão do Mar, 27 de Junho 2004




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